sábado, 28 de junho de 2014

Sempre alerta


Um dia a gente acorda e percebe que o mundo mudou. Será mesmo que o mundo muda tanto assim? Ou fomos nós que não nos demos conta que o mundo vinha mudando?
Mudar é a única coisa certa na vida mundana. Muda-se de moradia, trabalho, itinerário, amizades, mudam-se até os relacionamentos ... Só as leis do universo seguem sistematicamente harmônicas, mantendo sua regularidade peculiar. Pois bem, se assim não fossem o universo seria um caos total. 
Dia, mês ano, galáxia sistema solar ... um sincronismo impecável, até quem sabe um dia, o big-bem manifestar-se. Mas até nesse momento se confirma que tudo muda o tempo todo. Talvez por isso que existem pessoas mutantes. 
Se somos uma pequena parte deste universo, nossa ligação com o Eu superior, natural será que as pessoas assim também sejam.
Um maravilhoso dia para todos! Busquemos o aperfeiçoamento com Deus, o universo e as pessoas.
Jorge Oliveira

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O medo

Muito cuidado com os diálogos negativos psicológicos internos, eles são prejudiciais, principalmente quando há uma situação sob qualquer pressão. Nessas condições, a tendência é o indivíduo intensificar uma atitude negativa. 
Dessa forma surgem conversas consigo mesmo tentando responder perguntas do tipo: E se? E se eu não me der bem? E se as coisas complicarem ainda mais? Como vai ficar a minha imagem? Com que cara vou ficar? ... 
Tais conversas proporcionam a ampliação desse algo negativo em sua vida. Se você se mantiver focado em situação negativa, você terá sempre mais e mais disso.
Pensamentos negativos aumentam a pressão pelo medo e o prejuízo é certo.
Não será melhor adotar uma atitude positiva e acreditar que tudo vai funcionar bem? 
Assim, o cérebro estará trabalhando e direcionando as ações para o lado positivo. Por isso que se diz: pense positivo, nosso cérebro funciona semelhante ao computador, ele segue o que está programado. 
Mande embora a angústia causada pelas sensações negativas e passe a vivenciar as possibilidades de uma vida melhor.
Jorge Oliveira 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Liberte-se do estresse

A origem do termo estresse vem da física. Caracteriza-se pelo desgaste resultante da exposição a que os materiais estão sujeitos.
Resiliência é um termo que tem tudo a ver, basicamente, significa a capacidade que o indivíduo tem para manter-se numa condição sana em ambientes insanos. Refiro-me a capacidade de sobrepor-se e construir-se positivamente frente às adversidades impostas por circunstâncias hostis. Envolve principalmente e intensamente situações emocionais. 
São desafios interativos, ligados as condições de sobrevivência e aos relacionamentos humanos. Viver assim requer um autocontrole, uma verdadeira luta contra as adversidades.
Atualmente o mundo vive sua modernidade. Não restam dúvidas que as civilizações e sociedades têm construído, ao longo da história, suas próprias melhorias. Mas, se pararmos para pensar veremos que tudo é o resultado de um processo contínuo e sempre evolutivo, pois é normal que as pessoas sigam o curso da vida ampliando, expandindo e acumulando conhecimentos.
Devido a esse processo, abre-se cada vez mais o leque de possibilidades em direção à geração de facilidades. O ponto focal está direcionado para uma vida cada vez melhor.  Nos primórdios, a sobrevivência humana limitava-se ao pequeno mundo das cavernas. Naquela época os ancestrais não conheciam o fogo, não sabiam o que era a roda e tantos outros inventos. Somente hoje podemos entender, diante dos resultados, ao se estabelecer um referencial comparativo em relação ao que já foi e o que será a vida no planeta (terra). Não estamos nos referindo apenas às disponibilidades, mas também, acessibilidades aos meios que nos auxiliam em momentos de dificuldades e necessidades.
Infelizmente, ainda há alguns insensatos que teimam em imporem-se, por considerarem-se seres superiores, como se fossem super-raças, propositadamente desconhecem o processo evolutivo e agem descartando as experiências advindas de seus antecessores. Consideram-se os mais inteligentes. Falta-lhes a humildade para reconhecer que, um dia, a ignorância mantinha o homem isolado em seu mundo limitado.
O que posiciona o homem no patamar que se encontra está diretamente relacionado ao processo evolutivo do conhecimento. Por isso, o respeito. 
A capacidade de reconhecimento precisa ser exercitado constantemente.
Mas, em fim, como perceber e responder a situações adversas? Poderíamos afirmar que a resposta é: “Ser resiliente”. 
Há muitas versões sobre o tema, mas penso que podemos sintetizar contextualizando, de acordo com o que acontece no cenário diário.
Convenço-me que se trata da capacidade de suportar e resolver desafios por meio de atitudes simples, um gesto sutil, sereno e de muito bom senso.
Segundo a enciclopédia Wikipédia, atualmente o termo resiliência é utilizado no mundo dos negócios para caracterizar pessoas que têm a capacidade de retornar ao seu equilíbrio emocional após sofrer grandes pressões ou estresse, ou seja, são dotadas de habilidades que lhes permitem lidar com problemas, sob pressão. A grande jogada é fazer isso mantendo o equilíbrio emocional. Portanto, muita calma e paciência, são ingredientes fundamentais para suportar adversidades.
Para consolidar este assunto, convido você a assistir aos vídeos a seguir, os quais tratam sobre resiliência. Clic nos links.
Jorge Oliveira

domingo, 29 de dezembro de 2013

Metas em 2014

Início de ano, nessa época muitos sentem-se motivados e demonstram sempre boas intenções quando se trata de definir e cumprir metas. 
Questione-se. O que você fez durante o ano de 2013?  Realizou tudo que planejou? Caso afirmativo, ótimo. Parabéns. Do contrário, vislumbra-se agora mais uma chance, 2014 está aí, permita-se. Reveja tudo que realizou. O que poderia ter feito melhor? O que ficou incompleto? Planeje as melhorias, faça de tudo, só não perca tempo. Ative seus potenciais, tenha disciplina, entusiasmo, perseverança. Essas atitudes fazem parte do sucesso, assim, no final do ano certamente terá muito mais motivos para comemorar.
É um momento em que se deseja realizar e concluir projetos iniciados, em geral, com bastante entusiasmo e garra. 
Publicar um livro, frequentar uma academia, ampliar uma rede de relacionamentos, praticar ações de voluntariado enfim, imaginam-se uma série de objetivos e metas a serem cumpridas ao longo do novo ano.
Em geral, o começo é envolvido por muita força de vontade e também muita disposição. No início é tudo muito impressionante, até mesmo pela ansiedade de ir até o fim. Às vezes, a vontade de acertar é tanta que não paramos para avaliar nossas potencialidades. Existem meios que, em geral, estão em nossa proximidade e até podem facilitar nosso trabalho. O fato é que perdemos a consciência de que eles nos ajudam a concluir as etapas, e também proporcionar maior facilidade para finalizar algum projeto que tenhamos iniciado. São projetos desejados e mentalizados há algum tempo, os quais necessitam apenas de decisão para pô-lo em prática.
Uma meta deve ser encarada como uma promessa. Algo prometido a você mesmo.
Uma vez estabelecida (a meta), cabe a consciência de assumirmos o compromisso de cumpri-la firmemente.
Há muito tempo ouvimos falar em um provérbio que diz: “promessa é dívida e você tem que pagar”. Portanto, não há como fugirmos ao declarar tal afirmação com tanta veemência. É preciso que se cumpra, custe o que custar, a não ser que essa meta tenha se tornado inexeqüível.
Diante dessa última hipótese, até seria aceitável uma justificativa plausível, bem fundamentada.
Meta lembra um compromisso futuro. Mas há quem pense que o futuro é agora. Será mesmo? Algumas pessoas criam expectativas e desenvolvem uma visão fora da realidade. O fato é que uma grande parte dessas pessoas vive um estado de confusão, quando pensa que o futuro é agora. Por essa razão, todos começam a dilapidar tudo que tem, e se fixam a desfrutar apenas as benécias da vida. Passam a focar suas ações apenas no momento presente. Penso que esta não é uma visão racional.
Em vista desse tipo de atitude, muitos se autodestroem atolam-se em dívidas por faltar um planejamento adequado e devidamente escrito.
É importante compreender que a vida é sempre um reflexo de um processo construído no passado. É por isso que se diz que quem não tem história não consegue avaliar o presente, e tem dificuldade para definir o futuro.


Jorge Oliveira

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O novo e o velho

O futuro bateu a porta e chegou de repente, bruscamente e, abala, atropela, assim como um rolo compressor de proporções gigantescas e velocidade aumentada potencialmente.

Nem sempre as pessoas são dotadas de sentimentos. Cegamente, utilizam-se de emoções e imediatismo, assim, tomam uma direção considerando sua emoção como a razão de existir. 

Pessoas não são mais pessoas, são números ou peças, às vezes recondicionadas substituíveis, verdadeiras engrenagens instaladas para fazer girar ainda mais rápido, desapegando vínculos desesperadamente.

Mas há o momento quando se descobre que já não há mais tempo para prevenção. Planejar? Para quê? O futuro já chegou ele está no presente, ou seja, é agora. 
Nesse instante de profunda reflexão, percebe-se que tudo já faz parte do passado. É assustador.

A sucumbência transforma pessoas descartáveis em montes de lixo que contamina ambiente e desagrada o convívio social. Tudo isso é novo, não se via há bem pouco tempo. É o futuro que já chegou, pois o novo de ontem já é o velho de hoje. Descartável.E amanhã? Amanhã será outro dia, talvez mais perverso ainda.

Apesar disso, a vida é boa e a vida continua firme e forte, pois nada pode parar.

Pelo contrário, a cada dia nos convencemos que o ser humano não nasceu para viver apenas de sentimentos inertes.
O próprio homem é um ser dinâmico, por isso não está limitado a um ponto fixo. Vamos todos avante, até onde for possível. "O tempo não para no porto, não apita na curva e não espera por ninguém".

Jorge Oliveira

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Qual a cor da consciência?

Ser negro, branco, pardo, amarelo, mameluco, índio, rico ou pobre, significa não pertencer a nenhuma raça. Pensar assim é negar a própria existência.
Comemora-se hoje no Brasil o dia da consciência negra. Mas quem é o negro? Um ser inferior ou uma super-raça?
Enquanto pensamentos dessa natureza permear a consciência dos brasileiros não haverá CONSCIÊNCIA.

 Minha afirmação baseia-se na premissa de que todas as pessoas que habitam este planeta pertencem a uma raça única. Por isso o sentimento predominante é o da igualdade entre os povos. Portanto, a diversidade racial compõe a grande raça – H U M A N A.
Infelizmente penso que ainda estamos longe de vislumbrarmos definitivamente o equilíbrio.
Ou o Racismo ainda é algo marcante no seio da sociedade que, infelizmente, ainda alimenta preconceitos?
Ao que tudo indica, o racismo continua manifestado de forma velada por grande parte das pessoas.
O que não falta é relato de alguém que foi barrado ao tentar entrar em vários ambientes. As negativas de acesso, em muitos casos, compunham cenários onde escancaram-se registros de incidentes evidentes de caráter racial.
Na verdade, as ocorrências indicam claramente se tratar de situações envolvidas por fatores raciais.
Façamos um teste de consciência. Supondo que estamos em um local suspeito. Passa ao seu lado um jovem negro de cabelos encaracolados ou mesmo rastafári e, logo em seguida, outro jovem de cor branca aparentemente com os mesmos trajes e cabelos encaracolados. Qual dos dois seria potencialmente suspeito?
A questão não é para ser respondida, mas, seja sincero com você mesmo, apenas reflita.
O que os movimentos racistas estão a divulgar é que ainda há um gigantesco abismo, longe do ideal de igualdade entre as raças.
Por tudo isso pense na importância da data, 20 de novembro, dia da consciência negra. Lembranças e comemorações ao grande líder racial, Zumbi dos Palmares.
Fiquemos atentos às questões tratadas aqui. Não podemos esquecer que neste país a variedade de raças é predominante. Igualdade de oportunidades ou mesmo o simples fato de ser aceito pela sociedade em geral, tudo isso às vezes tem levado a situações constrangedoras. Só quem já sofreu na pele sabe a dor que isto significa. Nunca devemos esquecer que todos pertencemos a uma única raça - a raça H U M A N A.


Jorge Oliveira

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Quem está com a razão?



Todos estão, mas às vezes não estamos totalmente certos ou totalmente errados. Digamos que estamos quase certos. Não é raro enumerar as vezes em que nos pegamos contestando, ou pelo menos, discordando, seja por meio de palavras ou apenas imaginando, mentalmente.
É incrível como isso acontece com frequência, talvez porque somos, por natureza, seres contestáveis. Por essa ótica, presume-se que não são poucas as vezes que esses eventos manifestam-se.
Em uma reflexão, poderíamos ter como explicação e justificativa, imaginarmos o porquê, simplesmente pelo fato de sermos todos, indivíduos - únicos. Portanto, detentores de características e pontos de vistas peculiares e independentes. Seres únicos dentre os mais de sete bilhões de humanos que habitam este planeta.
Um forte argumento, entretanto, parte da premissa de que a verdade não se constitui como algo definitivo, a menos que tal situação seja submetida a provas. Assim, o que se manifestava como dúvida, poderia ser abandonada como hipótese para consolidar-se como verdade.
Os maiores filósofos da história já questionavam sobre o que é certo e o que é errado. Relatos históricos evidenciam que entre eles é quase unânime a ideia de que o tempo é o responsável por determinar se um fato é certo ou errado (algo pode ser certo em uma ocasião e errado em épocas e situações seguintes).
Em outros momentos também há quem questione alegando que tudo está relacionado com a quantidade de pessoas que concordam com determinados pontos de vista. O que se pode constatar é que são estabelecidos padrões e a partir daí solidificar-se a ideia do que é certo ou errado.
Pesquisávamos sobre o significado da palavra “certo” e acabamos por encontramos o seguinte:

“Que não tem erro, que é verdadeiro: um cálculo certo.
Infalível, que não pode enganar nem faltar; sabido.
Fixado com antecedência, determinado, aprazado: reunião com dia certo.
Certificado, que tem a certeza: estou certo do que digo.
Certeiro; que não erra: um golpe certo.
Exato: o relógio está certo.
Um, algum, qualquer (indeterminado): certo dia; certa pessoa; quando chegou a certa distância.
S.m. Coisa em que se pode confiar: deixar o certo pelo duvidoso.
Adv. Certamente, com certeza.”

Sobre o tema observamos que até mesmo estudos bíblicos expressam conceitos que remontam a preocupação em relação ao bem e ao mal. Vejamos o trecho seguinte:
“Segundo o livro bíblico de Gênesis, Deus escolheu certa árvore no jardim do Éden para representar o conhecimento do que é bom e do que é mau”.
“Deus instruiu o primeiro casal humano a não comer o fruto daquela árvore”. No entanto, o inimigo de Deus, Satanás, o Diabo, insinuou a Adão e Eva que, se eles o comessem, seus olhos ‘forçosamente se abririam’ e eles ‘forçosamente seriam como Deus, sabendo o que é bom e o que é mau’.
Adão e Eva tinham de tomar uma decisão — teriam que aceitar as normas de Deus adotando como princípio o que é bom. Quanto ao que é mal deveriam evitar, a decisão estava em suas mãos, pois seguiriam as suas próprias vontades. Eles acabaram por escolher a desobediência a Deus e comer do fruto daquela árvore.
Ainda sobre este tema o que há de mais contundente é que as opiniões variam muito de pessoa para pessoa.
Segundo os ensinamentos de pensadores destacados, no decorrer dos séculos e até hoje, se percebe que as pessoas não conseguem ainda chegar a um senso comum quando tentam definir o que é bom e, na maioria das vezes, acaba prevalecendo o padrão sobre o que é em geral determinado como certo e o errado.
Um fato é que todo dia temos que tomar pequenas e grandes decisões, até mesmo éticas, desde as mais simples como, por exemplo, “que roupa usar hoje?”, ou até mesmo decisões complexas como, assinatura de um contrato envolvendo altos valores que influenciará durante toda uma vida. São situações que envolvem emoção e razão. Aí, o coração é que sempre fala mais alto.
Talvez uma hipótese sensata, e que deve sempre ser avaliada, seja mesmo a que defende um determinado ponto de vista sem que se afete a ética e o interesse dos direitos dos outros, o que um queira decidir fazer cabe inteiramente a este e não deve permitir que a opinião da maioria possa influenciar ou impregnar por seus padrões.

Jorge Oliveira